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  Projeto Ruptura: Olhares sobre vidas rachadas Ruptura é uma denúncia, um grito e também uma lição. “As rachaduras que atingem o Pinheiro, Bom Parto, Mutange e Bebedouro, são fruto de um erro grosseiro de gestão socioambiental.   A tragédia socioambiental que recaiu sobre os bairros do  Pinheiro, Mutange , Bebedouro  e  Bom Parto  é algo que já entrou para a história da cidade de Maceió. Cerca de 40 mil pessoas foram desestruturadas pela exploração desenfreada de sal-gema, a qual acarretou no afundamento do solo e nas rachaduras de suas casas e suas vidas. Pensando nessa questão, um grupo de 12 fotógrafos compuseram o projeto Ruptura  numa intervenção urbana de 96 fotos expostas em dois pontos das áreas afetadas, além da criação do site contendo mais informações e depoimentos dos participantes. A fotógrafa Andréa Guido, uma das molas propulsoras do projeto também contou como foi participar do Ruptura. “Como moradora do Pinheiro, eu viv...
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 Arte de Rua A área onde se situa o bairro de Jaraguá, em Maceió/AL, é uma planície quaternária, de ordem marinha, que possuía formações antigas de dunas, hoje já aplainadas pelo homem. A altitude é de dois metros acima do mar. Os arrecifes, além de servirem de apoio ao cais, formam uma barreira de proteção contra a ação das correntes marinhas, proporcionando relativa segurança às embarcações. O topônimo Jaraguá, herança indígena, tem os seguintes significados: iara (senhor) e iguá (bom), ou guá (pintado) — João Severiano; jara (senhor) e guá (enseada), enseada do senhor — Dias Cabral; yar-a-guá, enseada do ancoradouro ou yara-guá, enseada das canoas — Moreira e Silva. No início do século XIX, o povoado que seria a cidade de Maceió passava por um surto de desenvolvimento. O ancoradouro de Jaraguá incrementava o comércio que, por sua vez, fazia aumentar o povoado e propiciava a expansão econômica e demográfica. Era através dele que se faziam as exportações de açúcar, algodão, fumo, ...